Notícias

Indústria brasileira apresenta agenda estratégica para fortalecer parceria com EUA

Indústria brasileira apresenta agenda estratégica para fortalecer parceria com EUA

O setor industrial brasileiro elencou um conjunto de mais de 30 medidas estratégicas para fortalecer a parceria entre Brasil e Estados Unidos (EUA). Elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Agenda Estratégica da Indústria Brasileira para os Estados Unidos 2026 foi debatida nesta segunda-feira (11), em Nova York, durante o Brasil-U.S. Industry Day, encontro que reúne representantes dos setores público e privado dos dois países.  Atualmente, os EUA são o principal destino das exportações industriais brasileiras e o maior investidor estrangeiro no Brasil. Segundo a CNI, com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o estoque de investimentos estadunidenses no país alcançou US$ 232,8 bilhões em 2024.  Além disso, na última década, a indústria brasileira exportou um total de US$ 253,7 bilhões para os EUA. Desse total, 81,7% correspondem a produtos da indústria de transformação, de acordo com levantamento da CNI com base em dados do governo brasileiro e do U.S. Bureau of Economic Analysis. A representante da indústria brasileira afirma que Brasil e Estados Unidos possuem forte complementaridade produtiva e potencial de cooperação em setores estratégicos, como energia, transformação digital, saúde, defesa e tecnologias avançadas.  Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, as novas relações comerciais entre os dois países devem evoluir da cooperação entre empresas para uma integração mais ampla entre cadeias produtivas e de valor.  “Os Estados Unidos e o Brasil têm uma relação bilateral comercial muito de manufatura. É a mais rica entre as relações comerciais na área de produtos industrializados, onde existe o conceito — que vai vingar nas novas relações comerciais — de complementaridade. Em vez de ser hoje muito mais intercompany, que Brasil e os Estados Unidos possam ter uma complementaridade de cadeias produtivas, cadeias de valor”, avalia. Recomendações da indústria As propostas da indústria brasileira estão organizadas em nove temas:  Comércio e acesso a mercado: eliminação de barreiras tarifárias e não tarifárias, além da negociação de acordos setoriais e mecanismos de cooperação regulatória para reduzir custos e ampliar a competitividade das exportações brasileiras. Também propõe modernização aduaneira, digitalização de processos e maior interoperabilidade regulatória. Transformação digital: programas bilaterais de inovação para aproximar empresas, universidades e centros de pesquisa, além de projetos conjuntos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em tecnologias emergentes aplicadas à produtividade, descarbonização e inserção do Brasil em cadeias globais de alto valor. Investimentos e ambiente de negócios: negociação de um acordo para evitar dupla tributação, fortalecimento dos mecanismos de proteção a investimentos e a harmonização de regras de propriedade intelectual. Minerais críticos e cadeias produtivas estratégicas: fomentar investimentos, inovação tecnológica e integração de cadeias produtivas ligadas à exploração, ao processamento e à transformação de minerais essenciais para transição energética, segurança alimentar e produção industrial com alto valor agregado. Segurança energética e indústria de baixo carbono: aprofundar parcerias em hidrogênio de baixa emissão, biocombustíveis e soluções de captura e armazenamento de carbono. A proposta também inclui coordenação regulatória internacional, fortalecimento da liderança dos dois países no mercado global de biocombustíveis e ampliação do financiamento para projetos de resiliência energética. Complexo econômico-industrial da saúde e inteligência artificial: ampliar a cooperação em pesquisa e produção local de medicamentos, vacinas e insumos farmacêuticos ativos, aproximar Anvisa e FDA em questões regulatórias e estimular investimentos em manufatura farmacêutica, biotecnologia e dispositivos médicos.  Defesa, aeroespacial e setores de uso tecnológico dual: fortalecimento da cooperação em tecnologias avançadas e setores de uso civil e militar, como comunicações, biotecnologia, drones, segurança cibernética, sistemas autônomos e materiais avançados. A proposta inclui ampliar parcerias em defesa, desenvolver soluções conjuntas para segurança de fronteiras e aprofundar a cooperação aeroespacial, além de assinar o Acordo de Aquisição de Defesa Recíproca. Formação de capital humano em altas tecnologias: aproximar instituições do Brasil e dos EUA de ensino técnico, tecnológico e universitário para formação de profissionais com foco na indústria avançada. A agenda prevê o intercâmbio de pesquisadores, atração de talentos e criação de centros binacionais em áreas como I.A., computação quântica, materiais avançados e biotecnologia.  Governança e diálogo institucional: criação de um plano bilateral anual, com metas, indicadores e acompanhamento contínuo do setor público e privado. É importante reativar mecanismos de alto nível para garantir coordenação contínua em temas como defesa, energia, inovação, finanças e economia digital. Brasil-U.S. Industry Day Para reforçar a importância da parceria bilateral, a CNI e a Câmara de Comércio dos Estados Unidos realizaram nesta segunda-feira, no The Glasshouse, em Nova York, a primeira edição do Brasil-U.S. Industry Day.  O encontro reuniu cerca de 500 lideranças empresariais, investidores e autoridades governamentais para discutir temas considerados prioritários e de comum interesses para o setor industrial dos dois países. Ricardo Alban destaca o papel da participação dos presidentes das federações da indústria de 17 estados brasileiros. “O que nós queremos não é interatividade, o que nós queremos é atrair parceiros e formar novas cadeias produtivas. Então, cada um na sua federação, no seu estado, participando, interagindo, conhecendo, fazendo essa interlocução, é fundamental. Nossa responsabilidade é cada vez maior, e nossa vontade de acertar também aumenta a cada instante”, ressalta. A programação contou com dois painéis principais. O primeiro sobre como a relação Brasil e EUA pode tornar cadeias de valor de áreas estratégicas mais resilientes e competitivas, especialmente em meio às mudanças nas políticas tarifárias e ao realinhamento global das cadeias produtivas. Já o segundo vai debater a agenda econômica e oportunidades de médio e longo prazo com os investimentos em transição energética, infraestrutura e desenvolvimento industrial no Brasil.  O evento também contou com uma cerimônia de reconhecimento a empresas, entidades e lideranças que contribuíram para o fortalecimento da relação econômica entre os dois países nos últimos anos.  Os detalhes estão disponíveis no site da CNI. VEJA MAIS: Mercosul-UE: acordo entra em vigor e zera tarifas para milhares de produtos industriais brasileiros na Europa Indústria debate oportunidades do acordo Mercosul–UE em encontro na Itália Fonte: Brasil 61 - https://brasil61.com/n/industria-brasileira-apresenta-agenda-estrategica-para-fortalecer-parceria-com-eua-pind264748

3 dias atrás Videoclipes
Redução da jornada de trabalho pode custar R$ 48,4 bilhões aos municípios brasileiros

Redução da jornada de trabalho pode custar R$ 48,4 bilhões aos municípios brasileiros

Em estudo técnico, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) identificou que a redução da jornada de trabalho no Brasil pode custar R$ 48,4 bilhões aos municípios. O levantamento analisou os impactos da alteração prevista no PL 1.838/2026 e na PEC 8/2025 que tramitam no Congresso Nacional.  A maior preocupação dos gestores recai sobre a PEC 8/2025, que prevê a redução da jornada para 36 horas semanais. Conforme a CNM, a medida, além do impacto estimado de R$ 48,4 bilhões nos cofres municipais, também levaria as cidades a contratar 770,3 mil novos profissionais. As contratações seriam destinadas a manter o atual nível de prestação de serviços públicos. Em nota oficial,  o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, ressaltou que as mudanças devem ser efetivadas com cuidado e merecem discussão aprofundada. "É preciso alertar que mudanças tão drásticas devem ser feitas com extrema cautela, uma vez que no caso dos entes públicos, as consequências de medidas legislativas serão experimentadas pela própria população”, disse. A confederação lembra, em nota, que o texto da PEC deve entrar em vigor um ano após a promulgação. E avalia que o impacto deve ser ainda maior, considerando que a estimativa não considera os trabalhadores de empresas terceirizadas que prestam serviços aos municípios. Já em relação aos reflexos financeiros em torno da promulgação do PL 1.838/2026, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para estabelecer uma jornada semanal de 40 horas, a entidade analisa que as consequências são mais limitadas em relação ao texto da PEC. No entanto, o impacto aos cofres municipais seria de R$ 442 milhões, além da necessidade de contratação de 7,1 mil novos servidores.  “A amplitude entre os impactos (PECs e PL) reside não somente no fato da redução da jornada ser menor no projeto de lei, mas também no escopo das ocupações que serão diretamente impactadas”, diz um trecho do estudo da CNM. Reflexos nas carreiras Além de detalhar os possíveis reflexos financeiros da redução da jornada de trabalho no Brasil, o levantamento aponta que as propostas afetam todas as carreiras dos servidores das prefeituras. Pelo estudo, para os municípios, as áreas mais impactadas seriam educação, saúde, serviços gerais e os técnicos administrativos.  A conclusão é de que os serviços mais básicos para a população deverão precisar de um maior volume de reposição do quadro de funcionários. Os dados da CNM mostram que, com a PEC, a administração pública poderá ter um déficit de cerca de 96 mil professores, 58 mil trabalhadores de limpeza urbana e 22 mil técnicos em enfermagem.  A confederação destaca que para minimizar as adversidades em caso de aprovação, os gestores precisarão repor quase 10% de toda a força de trabalho do país para manter a mesma estrutura vigente antes da PEC. Outra atitude seria buscar alternativas, como rearranjo das jornadas de trabalho ou a informatização de parte dos serviços públicos.   Fonte: Brasil 61 - https://brasil61.com/n/reducao-da-jornada-de-trabalho-pode-custar-r-48-4-bilhoes-aos-municipios-brasileiros-bras2616370

3 dias atrás Videoclipes
Brasil avança em política nacional para minerais críticos e estratégicos

Brasil avança em política nacional para minerais críticos e estratégicos

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A iniciativa é voltada ao fortalecimento da cadeia mineral brasileira em setores essenciais para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país, como defesa, inovação e transição energética. O PL 2780/2024 segue agora para análise do Senado Federal.  Um dos principais pontos do texto é a criação do Fundo Garantidor da Atividade Mineral (FGAM), que contará com aporte inicial de R$ 2 bilhões da União. O objetivo é oferecer garantias financeiras e mecanismos de mitigação de risco para empreendimentos ligados à produção de minerais críticos e estratégicos.  O projeto também prevê um programa de incentivo ao beneficiamento e à industrialização desses minerais no próprio território nacional, com a concessão de até R$ 5 bilhões em créditos fiscais ao longo de cinco anos.  Relator da proposta, o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) disse que o Brasil precisa avançar além da exportação de commodities minerais e transformar seu potencial geológico em instrumento de desenvolvimento. O que são minerais críticos e estratégicos  Os minerais críticos são aqueles cuja disponibilidade está sujeita a risco de desabastecimento na cadeia de suprimentos, podendo afetar setores considerados prioritários para a economia nacional, como transição energética, segurança alimentar e segurança nacional.  Já os minerais estratégicos são aqueles considerados relevantes para o Brasil devido à existência de reservas significativas e ao seu potencial de geração de superávit da balança comercial, desenvolvimento tecnológico e redução das emissões de gases de efeito estufa.  Além da mineração tradicional, esses materiais possuem aplicações diretas em tecnologias consideradas centrais para a economia global contemporânea. Entre os principais usos estão:  Baterias de íon-lítio (lítio, níquel, cobalto, grafita, manganês) Veículos elétricos (lítio, terras raras, cobre, níquel, alumínio) Turbinas eólicas (terras raras como neodímio e disprósio para ímãs permanentes) Painéis solares fotovoltaicos (silício, prata, índio, telúrio) Hidrogênio verde (platina, irídio para eletrolisadores) Smartphones, computadores e tablets (terras raras, tântalo, lítio, estanho) Semicondutores e chips (gálio, germânio, silício) Data centers e infraestrutura de internet (cobre, níquel, grafita) Ímãs permanentes de alta performance (neodímio, praseodímio) Motores de aeronaves e mísseis (titânio, nióbio, terras raras) Sistemas guiados e radares (gálio, germânio) Satélites e equipamentos espaciais (terras raras, lítio, berílio) Blindagens e ligas especiais (níquel, manganês) Aços especiais e superligas (níquel, manganês, nióbio) Redes elétricas e transmissão (cobre, alumínio) Robótica e automação industrial (titânio, alumínio) Equipamentos médicos de alta precisão Fertilizantes (potássio, fósforo) Micronutrientes agrícolas (zinco, manganês) Fundo Garantidor da Atividade Mineral Além dos recursos da União, o FGAM poderá receber aportes voluntários de estados, municípios, organismos internacionais, bancos multilaterais e até de outros países.  O fundo deverá apoiar apenas projetos considerados prioritários pela futura política nacional do setor. Essa definição ficará a cargo do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (Cimce), órgão também previsto no projeto.  Entre as atribuições do conselho estará a atualização, a cada quatro anos, da lista oficial de minerais críticos e estratégicos do país.  Segundo o texto aprovado na Câmara, os recursos do FGAM poderão ser usados na cobertura de risco de crédito ou para bancar instrumentos de mitigação de riscos, como hedge de preços, liquidez ou performance contratual. O fundo também poderá atuar em parceria com instituições financeiras públicas e privadas, fundos soberanos, bancos multilaterais e agências de desenvolvimento.  O estatuto do FGAM ainda deverá regulamentar critérios de elegibilidade, exigências de contrapartida, formas de remuneração da instituição administradora e mecanismos de seleção dos projetos apoiados.  As receitas obtidas pelo fundo terão isenção de Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), condicionada à previsão na Lei Orçamentária.  Participação das empresas Pelo período de seis anos após a regulamentação da lei, empresas de pesquisa mineral, lavra, beneficiamento e transformação de minerais críticos e estratégicos deverão destinar:  0,2% da receita operacional bruta ao FGAM; 0,3% a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica. Após esse período, o percentual total de 0,5% poderá ser direcionado integralmente a projetos de inovação ou ao próprio FGAM, conforme regulamentação futura.  O projeto também prevê que o Cimce estabelecerá o aporte mínimo necessário para que as empresas tenham acesso aos recursos do fundo.  Leilões e pesquisa mineral  O texto determina prioridade, nos leilões da Agência Nacional de Mineração (ANM), para áreas com potencial de produção de minerais críticos e estratégicos, inclusive áreas desoneradas — aquelas cujo direito minerário foi extinto e retornou ao controle da agência.  A ANM também deverá estabelecer preços mínimos para essas áreas com base em diretrizes do conselho nacional.  Já as autorizações de pesquisa mineral em áreas com potencial para minerais críticos ou estratégicos terão prazo máximo improrrogável de dez anos, desconsiderando o período necessário para obtenção da licença de operação. Caso o relatório final de pesquisa não seja apresentado nesse prazo, o direito minerário será extinto.  VEJA MAIS: Corrida aos minerais críticos demanda investimentos de US$ 21,3 bilhões Brasil Mineral discute como atender ao novo boom da mineração brasileira Fonte: Brasil 61 - https://brasil61.com/n/brasil-avanca-em-politica-nacional-para-minerais-criticos-e-estrategicos-bras2616359

4 dias atrás Videoclipes
O TEMPO E A TEMPERATURA: segunda-feira (11) com possibilidade de geada no Sul

O TEMPO E A TEMPERATURA: segunda-feira (11) com possibilidade de geada no Sul

A previsão do tempo para a Região Sul nesta segunda-feira (11), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de tempo claro com possibilidade de geada em Santa Cataria e em grande parte do Rio Grande do Sul e Paraná. Tempo claro e com poucas nuvens, mas sem previsão de geada no norte pioneiro paranaense, metropolitana de Porto Alegre e sudeste gaúcho. Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 4°C em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 18°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 95%. 5 motivos para acompanhar as previsões do tempo Agricultura: garantia de uma boa colheita; Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros; Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros; Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade; Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis. Importância das observações meteorológicas no INMET As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM). As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Fonte: Brasil 61 - https://brasil61.com/n/o-tempo-e-a-temperatura-segunda-feira-11-com-possibilidade-de-geada-no-sul-ptrs264314

4 dias atrás Videoclipes
Incêndio atinge galpão em comunidade rural de Três de Maio

Incêndio atinge galpão em comunidade rural de Três de Maio

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) atendeu, nesta quinta-feira (06), uma ocorrência de incêndio em um galpão localizado na comunidade de Quarainzinho, área rural de Três de Maio. A guarnição foi acionada após uma moradora comparecer ao quartel informando sobre o sinistro. No local, os bombeiros constataram que as chamas atingiam uma pilha de lenha armazenada sob a cobertura de um galpão de madeira. De acordo com o CBMRS, a estrutura do telhado sofreu danos significativos, porém não houve desabamento. Parte da madeira armazenada no local foi consumida pelo fogo. Para o combate às chamas e realização do rescaldo, foram utilizadas duas linhas de mangueira de 1½ polegada e aproximadamente 8 mil litros de água. Conforme relato do proprietário, o incêndio pode ter sido provocado por fagulhas provenientes da queima de entulhos realizada nas proximidades do galpão. Os fortes ventos registrados na região durante o dia podem ter contribuído para a propagação do fogo. Não houve registro de vítimas. Após o atendimento, o proprietário recebeu orientações sobre os riscos de reignição e a necessidade de manutenção da rede elétrica atingida pelo calor. Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul – CBMRS “Salvar e proteger” Fonte: Paulo Marques Notícias

1 Semana atrás Videoclipes
O TEMPO E A TEMPERATURA: sexta-feira (8) chuvosa no Sul

O TEMPO E A TEMPERATURA: sexta-feira (8) chuvosa no Sul

A previsão do tempo para a Região Sul nesta sexta-feira (8), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de possibilidade de chuva no Paraná e grande parte de Santa Catarina e na microrregião gaúcha do nordeste e metropolitana de Porto Alegre.  Pancadas de chuva nas regiões catarinenses de São Miguel do Oeste e Chepecó. O mesmo acontece nas demais regiões do Rio Grande do Sul.  Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 13°C em Porto Alegre. Já a máxima pode chegar até 28°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%. 5 motivos para acompanhar as previsões do tempo Agricultura: garantia de uma boa colheita; Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros; Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros; Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade; Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis. Importância das observações meteorológicas no INMET As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM). As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Fonte: Brasil 61 - https://brasil61.com/n/o-tempo-e-a-temperatura-sexta-feira-8-chuvosa-no-sul-ptrs264311

1 Semana atrás Videoclipes
O TEMPO E A TEMPERATURA: quarta-feira (6) sem chuvas em áreas do Sul

O TEMPO E A TEMPERATURA: quarta-feira (6) sem chuvas em áreas do Sul

A previsão do tempo para a Região Sul nesta quarta-feira (6), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), mostra céu variando entre muitas e poucas nuvens ao longo do dia em todo o estado do Paraná e em Santa Catarina. O mesmo acontece em grande parte do Rio Grande do Sul. Já no sudeste gaúcho, são esperadas chuvas que podem vir em forma de pancadas.  Á noite, as fortes chuvas também atingem o sudeste, centro-oriental, centro-ocidental e metropolitana de Porto Alegre. Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 31°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 90%. 5 motivos para acompanhar as previsões do tempo Agricultura: garantia de uma boa colheita; Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros; Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros; Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade; Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis. Importância das observações meteorológicas no INMET As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM). As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Fonte: Brasil 61 - https://brasil61.com/n/o-tempo-e-a-temperatura-quarta-feira-6-sem-chuvas-em-areas-do-sul-ptrs264309

1 Semana atrás Videoclipes
Endividamento entre quem ganha menos é impulsionado por saúde e desemprego, aponta pesquisa

Endividamento entre quem ganha menos é impulsionado por saúde e desemprego, aponta pesquisa

Os principais fatores de endividamento dos brasileiros são gastos com saúde e desemprego, aponta pesquisa BTG/Nexus. Pelo estudo, entre quem ganha até um salário mínimo, as despesas essenciais impactam mais na vida financeira dos mais pobres do que na média nacional. O levantamento revela que as dívidas estão ligadas mais à sobrevivência do que ao consumo. A pesquisa revela que o endividamento para os brasileiros na base da pirâmide econômica não é uma questão de consumo supérfluo. Os dados mostram que, na média nacional, os gastos com saúde são apontados como motivo de dívida em 32% dos casos. Em relação aos que ganham até um salário mínimo, o índice de pessoas endividadas sobe para 41% desse grupo e diminui conforme a renda aumenta. Confira: Entre quem ganha de 1 a 2 salários mínimos:  37% dos casos; De 2 a 5 salários mínimos: 30% dos casos Brasileiros que recebem acima de 5 salários minimos.: 19% dos casos. Quando considerado o desemprego entre quem ganha menos, o cenário é semelhante. Para 22% dos brasileiros que ganham até um salário mínimo, o endividamento foi devido à perda de emprego próprio ou de alguém da família. Nesse caso, a média geral é de 13%. Apesar das diferenças entre as faixas de renda, os gastos do dia a dia — como alimentação e contas fixas — seguem como o principal motivo de endividamento no país, citado por 50% dos entrevistados. Entre os mais pobres, o percentual chega a 48%. Já entre os brasileiros com renda superior a cinco salários mínimos, o quadro é diferente. Depois das despesas básicas, citadas por 49% dos respondentes, o segundo principal fator de endividamento são as compras parceladas e financiamentos de bens de consumo, mencionados por 35% dos participantes da pesquisa. Em seguida, aparece a queda na renda mensal, para 20%. Segundo o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, o tipo de despesa explica a diferença no perfil do endividamento. “Os brasileiros que ganham menos se endividam com gastos essenciais. Essas despesas não são opcionais e, muitas vezes, se repetem por vários meses, fazendo com que essas dívidas se tornem cada vez maiores. O impacto da perda de emprego nesse segmento também é mais significativo sobre o endividamento do que em setores com maior renda, dificultando a quitação delas”, afirma Tokarski.  Metodologia Para a pesquisa a Nexus entrevistou, por telefone, 2.028 pessoas entre os dias 24 e 26 de abril. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01075/2026.   Fonte: Brasil 61 - https://brasil61.com/n/endividamento-entre-quem-ganha-menos-e-impulsionado-por-saude-e-desemprego-aponta-pesquisa-bras2616348

1 Semana atrás Videoclipes
Fale Conosco